Como funciona uma automação no SySeg?
Uma automação é um fluxo visual com um gatilho (o que dispara), condições opcionais (filtros) e uma ou mais ações executadas em sequência — montado no canvas, sem programar.
No SySeg, uma automação é sempre a combinação de três peças: um gatilho (o evento que dispara o fluxo, como "Negócio movido de etapa" ou "Lead criado"), uma ou mais condições opcionais que filtram quando o fluxo deve seguir adiante, e uma ou mais ações que de fato alteram algo no sistema (mover um negócio, adicionar uma tag, criar uma tarefa etc.). Tudo isso é montado como um fluxograma num canvas visual — você arrasta blocos e liga as setas entre eles, sem escrever código.
Cada bloco de condição tem duas saídas (verdadeiro/falso) e cada bloco de ação tem três (sucesso/alerta/erro), então dá pra desenhar caminhos diferentes dependendo do resultado de cada etapa. Uma automação recém-criada sempre nasce inativa, então você pode montar e revisar o fluxo com calma antes de ligá-la de vez pelo interruptor "Ativa" na tela de edição.
Só automações ativas reagem a eventos reais do sistema. Enquanto uma automação está inativa, ela não roda em nenhuma hipótese — nem se o gatilho configurado acontecer.
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Um bloco de ação pode disparar uma ou várias ações reais em sequência: mover negócio, atribuir atendente, criar tarefa, mandar mensagem no WhatsApp, chamar um webhook externo e mais.
Você monta a automação num canvas, arrastando blocos (gatilho, condição, ação e alguns blocos avançados) e ligando as setas entre eles — não é preciso programar.
Não existe um modo de simulação que finge o resultado sem agir de verdade. Mas dá pra montar e revisar o fluxo inteiro com a automação desligada antes de ligá-la.