Como funciona o editor visual de automações?
Você monta a automação num canvas, arrastando blocos (gatilho, condição, ação e alguns blocos avançados) e ligando as setas entre eles — não é preciso programar.
O editor de automações é um canvas visual onde você arrasta blocos e conecta as saídas de um no ponto de entrada do próximo, montando um fluxograma. Os blocos principais são: Gatilho (o ponto de partida do fluxo), Condição (filtra o caminho em verdadeiro/falso) e Ação (executa uma ou mais ações, com saídas separadas para sucesso, alerta e erro). Para montar a maioria das automações do dia a dia, esses três blocos já resolvem, e nenhum deles exige escrever código.
O editor também oferece blocos mais avançados para quem quer fluxos mais sofisticados: Randomizador (divide o fluxo em variantes por peso percentual, útil pra testar mensagens diferentes), Espera (pausa o fluxo por um tempo antes de continuar), Chamada de API (faz uma requisição HTTP pra um sistema externo), IA (manda um prompt pra um provedor de IA configurado em Integrações e pode salvar a resposta num campo) e JavaScript (avalia uma expressão simples sobre os dados do lead/negócio, num interpretador restrito, sem acesso ao sistema operacional).
Cada bloco no canvas mostra em tempo real quantas vezes já rodou com sucesso, alerta ou erro — dado tirado das execuções reais da automação, não de uma simulação —, o que ajuda a enxergar rápido se um passo específico do fluxo está falhando.
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Uma automação é um fluxo visual com um gatilho (o que dispara), condições opcionais (filtros) e uma ou mais ações executadas em sequência — montado no canvas, sem programar.
Um bloco de ação pode disparar uma ou várias ações reais em sequência: mover negócio, atribuir atendente, criar tarefa, mandar mensagem no WhatsApp, chamar um webhook externo e mais.
Não existe um modo de simulação que finge o resultado sem agir de verdade. Mas dá pra montar e revisar o fluxo inteiro com a automação desligada antes de ligá-la.